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Arquivo NippoBrasil - Edição 018 - 10 a 16 de setembro de 1999
 
Wagashi: os saborosos biscoitos
e doces tradicionais japoneses
De dar água na boca, eles são uma tentação ao paladar desde os tempos antigos. Variedade nos formatos, cores e ingredientes refletem também as mudanças sazonais do país

(Fotos: Reprodução/Divulgação)

Mais uma vez, a influência chinesa está presente nos diversos aspectos da história e cultura do Japão. O que hoje é considerado guloseima tradicional começou no Período Nara (710-794) com a introdução dos doces chineses através de estudantes japoneses que estudavam na China.

Em seguida, com a divulgação do zen-budismo, os wagashi fizeram parte da dieta vegetariana dos praticantes durante o Período Kamakura (1185-1333). Mais tarde, os japoneses experimentaram pela primeira vez os doces ocidentais através dos missionários portugueses. Afinal, foram eles que trouxeram durante o Período Muromachi (1333-1568), os namban-gashi, ou os “confeitos bárbaros sulinos”, como o popular kasutera, adaptado do original português Castella.

A popularização da cerimônia do chá durante o Período Edo (1600-1868) aumentou drasticamente a variedade dos wagashi, muitos dos quais preservaram suas características até os dias atuais. Foi naquele tempo que as primeiras lojas especializadas em biscoitos e doces japoneses (kashiya), começaram a surgir em Edo (hoje, Tóquio), Osaka e particularmente em Quioto, onde o wagashi era chamado de kyoogashi e oferecido como oferenda religiosa.

Durante o Período Edo, a expansão das cidades com grande número de castelos e templos colaborou com o desenvolvimento de variedades de wagashi regionais, refletindo peculiaridades de diversas partes do país.

No preparo dos biscoitos e doces, ingredientes básicos como farinha, açúcar, arroz e até feijão são frequentemente utilizados. No entanto, aromas fortes e artificiais são evitados. Outra característica é que eles espelham a mudança das estações do ano através de formatos, cores e detalhes de cada uma delas. Alguns tipos por exemplo, só são encontrados em épocas específicas.

Dar uma mordida em um wagashi - quase sempre vendido em embalagens bem elaboradas - é degustar uma especialidade japonesa popular por ser servido em cerimônias do chá. Embora tradicionalmente seja associado a esse ritual, hoje em dia ele continua sendo apreciado com chá verde (realçando ainda mais seu sabor), mas em ocasiões diversas e bem informais.

Os diversos tipos de wagashi

Bastante apreciado principalmente pelas pessoas de idade, esses confeitos típicos japoneses recebem nomes específicos devido a sua variedade. Alguns tipos são verdadeiros doces e, mesmo assim, pertencem a uma das três principais categorias de wagashi: o namagashi, de textura umedecida, representados pelo manjuu, yookan, daifuku, dangô e ohagui; o han-namagashi (menos úmido) e higashi (seco). Entre os han-namagashi, que incluem tipos como chatsuu (à base de chá verde e farinha), dorayaki (com pasta de feijão), kasutera (espécie de bolo) e monaka (parecido com wafer), estão também os yakigashi, que são os biscoitos grelhados. Já os chamados rakugan, okoshi e karintoo, representam o higashi por serem confeccionados a base de arroz, açúcar e outros ingredientes que os tornam secos.

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