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Arquivo NippoBrasil - Edição 109 - 21 a 27 de junho de 2001
 
Ohagi e Monaka

Monaka
Monaka é também um doce muito típico no Japão. Como de costume, ele também contém o anko, que fica prensado em duas metades de waffers. Os waffers são feitos com duas fatias bem finas de moti e assadas em fôrmas. Dizem que você pode ter a habilidade de cozinhar o arroz, mas ele deve ter, antes de mais nada, qualidade. O forno onde são cozidas essas finas fatias de moti são chamadas hidoko. Atualmente, com a influência dos produtos ocidentais, muitos desse doces perderam a popularidade, mas continuam sendo apreciados por muitas pessoas.

(Fotos: Reprodução / Divulgação)

Aoiya é a menor loja na entrada do templo Kamigamo Jinja, onde o ohagi é uma especialidade. Esse doce é feito com bolinhos de arroz (arroz motigome). Para se fazer o ohagi, no entanto, o moti (nome que se dá após o arroz motigome ter se transformado em uma massa) é mergulhado em água quente e, em seguida, coberto por an (a pasta de feijões vermelhos citada na edição anterior) ou por kinako, um pó doce de soja com uma coloração meio marrom clara. Esse doce, o ohagi, é adorado por milhares de pessoas: velhos, jovens, homens, mulheres, meninos e meninas.

Alguns desses fanáticos, especialmente as crianças, freqüentemente engolem garganta abaixo três ou mais desses suaves doces. O segredo do sucesso do ohagi? Bem, principalmente porque ele é macio, mas também firme e além do mais combina muito bem com o moti, cujos grãos de arroz são selecionados. Os grãos ruins de azuki são retirados por volta de três a quatro vezes enquanto os mesmos estão sendo cozidos, dessa forma, a pasta de azuki fica mais saborosa ainda quando o açúcar é acrescentado para se fazer o famoso doce de feijão, que irá cobrir o moti. Usando 100% do motigome sem misturar com nenhum outro tipo de arroz, faz com que o ohagi fique macio por muito mais tempo.


MOTIGOME - Arroz especial para se fazer o moti


Kinako

É uma espécie de farinha marrom clara de soja triturada, que é misturada com fragrância de noz e contém mais de 38% de proteína. Os doces mais tradicionais do Japão são cobertos por uma fina camada do kinako doce. Aqueles, normalmente, são feitos com grãos de motigome, ou então cozidos no vapor, recheados com anko. Mesmo em vários pratos da culinária japonesa, o kinako é usado como um dos ingredientes principais que dá um sabor especial ao prato.

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