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Arquivo NippoBrasil - Edição 070 - 14 a 20 de setembro de 2000
 
Tanabata Hime - 2

Adaptação livre de Claudio Seto
(
Texto e desenhos: Claudio Seto)

Para amenizar um pouco sua solidão, a princesa Tanabata enviou uma comitiva de criados para trazer suas irmãs a passarem um temporada com ela. Quando as duas chegaram aceitando o convite, a princesa ficou muito contente, pois estava sentindo muitas saudades de seus familiares. As irmãs, que foram recepcionadas com um almoço suntuoso, preparado pelos cozinheiros do palácio, estavam admiradas com tanto luxo lá existente.

- Puxa que surpresa! Pensávamos que você estivesse casada com uma cobra horrível e nunca com um deus jovem e maravilhoso. E por cima morando num palácio com tanta riqueza e inúmeros criados, disse a irmã mais velha.

- Somos a família mais rica da província, porém nossa casa comparado a este palácio não passa de uma cabana, e nós não passamos de duas pobretonas perto de você, observou a segunda irmã.

- Podem levar de presente o que quiserem, objetos não valem nada comparando com o amor que sinto pelo meu marido, disse Tanabata.
As duas irmãs ficaram tão felizes pela oferta da caçula e saíram pelo palácio recolhendo pedras preciosas, tecidos de fina seda, perfumes, cristais e tudo que viam pela frente. Já estavam sobrecarregadas de presentes, mas não estavam satisfeitas porque também queriam a caixinha enfeitada de pérolas que Tanabata guardava com todo cuidado.

- Essa caixinha não posso dar, é muito importante, nem sequer posso abri-la.
Com a curiosidade aguçada, uma das irmã tirou a caixinha das mãos de Tanabata e correu com ela em tom de brincadeira. Quando Tanabata conseguiu alcançá-la, ela atirou a caixinha para outra e caíram na risada. Enquanto a princesa corria entre as duas, elas se divertiam vendo o desespero da irmã caçula.
- Por favor, antes de Wakahiko viajar, ele pediu que não abrisse essa caixinha em hipótese alguma.

Sem dar ouvidos a ela, as irmãs continuaram com a brincadeira, até que a caixinha caiu sobre o assoalho de mármore no pátio e se abriu com a pancada. De dentro saiu uma pequena fumaça branca que subiu para o céu diante os olhares atônitos das três.
- Tanto mistério e não tinha nada dentro a não ser uma fumacinha, disse uma delas, fazendo pouco caso.

Assim as duas foram embora levando um monte de presentes com a ajuda dos servos.
A princesa Otohime caiu em prantos vendo aquela caixinha vazia. Wakahiko avisou que sua volta à Terra tornaria impossível se a caixinha fosse aberta. Passaram-se 14 dias que ele se ausentara mas a divindade não voltou. Ela continuou esperando até o vigésimo primeiro dia e antes que a lua completasse um ciclo, partiu para o lado leste do lago a procura da casa descrita pelo divino marido. Lá chegando, pediu para a mulher que ali residia o objeto chamado itiya hissagoto. Era um objeto relativamente simples em forma circular. Bastou ela subir no objeto que este começou a levitar em direção ao céu. Pouco depois estava num local de incrível claridade. Como tudo era maravilhosamente cintilante e belo, Tanabata concluiu que estava em Takama no Hara (Alta Planície Celeste).

Após sobrevoar nuvens reluzentes a princesa começou a ficar preocupada, pois o céu era tão grande, tão grande, que não tinha começo nem fim. “Jamais conseguirei encontrar meu divino Wakahiko nessa planície infinita”, pensou Tanabata. Nesse momento um deus de barba branca e cabelo grisalho chamado Zenchi no Mikoto surgiu montado num cavalo branco de asas e indicou a localização da residência de Wakahiko através de um jogo de adivinhar:
- O macrocosmo é igual o microcosmo, portanto o céu não é tão grande como você imagina. Sinto que você ama Wakahiko, portanto ele mora no seu coração.
- Meu coração? Não entendi, pode me explicar melhor?

- Entenderá, respondeu Zenchi no Mikoto com simpático sorriso nos olhos, despediu-se dela e desapareceu tão misteriosamente quanto apareceu. Tanabata começou a pensar...”kokoro (coração) também pode se pronunciar shin (centro, origem, mente, essência)...então é isso, ele mora no centro da Alta Planície Celeste, que deve ficar perto do palácio de Amaterassu, a Augusta Deusa Sol”.
Assim concluindo a princesa voou em direção do brilho do sol e quando chegou bem próximo do palácio solar, ouviu uma vez tão conhecida chamando por ela:
- Tanabata! Tanaba! que bom que você veio.

Era o deus Ama no Wakahiko que corria em sua direção para abraça-la.
- Eu estava tão triste por não poder mais voltar a Terra, temia que não tornaria a vê-la.
A princesa Tanabata ficou muito feliz ao encontrar seu marido e os dois foram ao palácio onde ele morava para matar a saudade. Na manhã seguinte Tanabata disse a Wakahiko que não queria nunca mais se separar dele.

‘’- É exatamente nisso que eu estava pensando e algo me preocupa. Lá na Terra isso não tinha importância, porém aqui no céu, nossa união pode trazer problemas.
- O quê tanto te preocupa, meu amor?
- Meu pai detesta seres humanos, e costuma maltratá-los, pois ele é um oní (demônio). Não sei se conseguirei esconder você dele por muito tempo. Pois temo que sofra eternamente seus mal tratos.

- Te amo muito e jamais o abandonarei por mais cruel que sejam os maltratos inflingidos pelo seu pai.
Nesse momento o casal ouviu pesados passos. Era o demônio que atraído pelo cheiro de ser humano veio em direção deles. Wakahiko usando seus poderes mágicos transformou Tanabata num travesseiro. O oní entrou no quarto do filho e saiu cheirando tudo.

- Esse travesseiro é estranho, tem cheiro de ser humano.
- O senhor deve estar enganado – disse Wakahiko. Os dois ficaram discutindo horas a respeito do cheiro dos seres humanos. Até que o velho demônio ficou com sono e resolveu dormir ali mesmo. Enquanto ele puxava o ronco, Wakahiko trocou o travesseiro. Quando despertou de seu sono matinal, cheirou o travesseiro e não sentindo mais o cheiro humano, foi embora.

No dia seguinte o demônio retornou a casa do filho reclamando mais uma vez do cheiro humano. Para esconder a princesa, Wakahiko havia transformado Tanabata em um leque. Após procurar por todo aposento e não encontrar ninguém, o demônio foi embora, porém muito desconfiado.

 
Dois dias se passaram sem que Oni aparecesse

Dois dias se passaram sem que Oni aparecesse na casa do filho. No terceiro dia, enquanto o casal namorava tranqüilamente pensando que ele havia desistido de procurar alguma presença humana, o demônio apareceu repentinamente e surpreendeu o casal.
-Ah! eu sabia que havia uma ser humano por aqui. Meu velho faro é infalível!
O Oní agarrou os braços da princesa que tremia de medo.

-Espere pai – interveio Wakahiko – esta jovem humana é minha esposa, por favor não a maltrate. Em seguida Wakahiko contou todo ocorrido na terra ao seu pai.
-Mas que história maluca meu filho! Casamento é coisa de seres humanos e não para nós. Sua viagem ao Mizuho no Kuni (hoje Japão) lhe afetou a mente, mas não se preocupe, fique descansando que resolvo isso para você.
Na seqüência o demônio levou a princesa Tanabata para sua casa que era uma enorme fazenda celeste.

-Nesta fazenda existem mil cabeças de gado. Quando a noite estiver chegando quero que recolha todas ao curral. Após amanhecer, leve-as de volta aos campos celestes. Esse será seu dever enquanto penso o fim que darei a você.
Tanabata ficou aflita, nunca tinha cuidado de gado e de repente mil cabeças estavam sob sua responsabilidade. Assim que o velho oní foi tirar sua soneca matutina, a princesa coreu até a casa de Wakahiko para pedir ajuda. Seu marido então arrancou a manga de seu traje e entregou a ela com a seguinte recomendação:

- Sempre que estiver em apuro abane esta manga dizendo repetidamente: Zenchi On no Mikoto, Deus da Graça Divina, esta manga é a manga das vestes da Ama no Wakahiko, o Divino Jovem Celeste.
Retornando a fazenda celeste antes que o demônio despertasse, Tanabata abanou a manga conforme orientou seu amado e o gado entrou comportadamente no curral. Quando o Oni chegou ávido para castigar a princesa por não ter cumprido sua missão, ficou surpreendido em ver que o gado já repousava no curral.
Na manhã seguinte ela novamente abanou a manga da veste de Wakahiko e o gado seguiu obediente para pastagem.

O Oní não entendeu como ela conseguia fazer tudo direitinho e inconformado resolveu passar outra missão impossível. Ordenou que Tanabata carregasse todo arroz armazenado no celeiro leste para o celeiro oeste, com a condição de que não derramasse sequer, um grão de arroz pelo trajeto. Caso contrário seria severamente castigada.
A princesa foi até o celeiro leste e abanou a manga recitando as palavras mágicas: Zenchi On no Mikoto, Deus da Graça Divina, esta manga é a manga das vestes de Ama no Wakahiko, o Divino Jovem Celeste. De repente milhões de formigas apareceram e começaram a transportar os grãos de arroz para o armazém oeste.
A tarde quando o demônio chegou no local ficou surpreendido com a tarefa que estava perfeitamente cumprida.

- Tenho que admitir apesar de humana você é uma moça trabalhadeira por isso merece um descanso. Dizendo isso o Oní levou a princesa para um chalé e trancou a porta pelo lado de fora. Quando Tanabata olhou para o assoalho ficou petrificada de pavor. O chão estava forrado de mukade (centopéia venenosa) que começaram a subir em suas pernas.

Mais uma vez a princesa abanou a manga proferindo as palavras mágicas e as centopéias fugiram apavoradas do chalé. No dia seguinte, ao saber que Tanabata tivera uma ótima noite de sono, o demônio inconformado trancou a princesa num quarto cheio de cobras.
Quando retornou o sétimo dia e ao vê-la cheia de vida, o demônio teve que reconhecer:
-Você não é um ser humano qualquer. Por suas qualidades especiais merece ser esposa do meu filho. Porém só poderá ficar com ele uma vez por mês.

A princesa que não ouviu direito a última palavra do demônio perguntou:
-Só uma vez por ano?
- Sim uma vez por ano, no dia 7 do mês 7. Respondeu o demônio atirando um komo (esteira de palha) no chão e criou o Amanogawa (Rio Estrelar) ou Via Láctea. Esse enorme rio celeste separou o casal porque cada um ficou em uma das suas margens.

Desde então, uma vez por ano, uma enorme quantidade de tsuru (garça grou) em época de migração, forma uma enorme ponte branca sobre o “Rio Estrelar” (Via Láctea) e a princesa Tanababa atravessa correndo para encontrar-se com seu grande amor, o deus Ama no Wakahiko. Por isso até hoje, o dia 7 do mês 7, Dia de Tanabata é uma espécie de Dia dos Namorados no Japão, ou melhor, dia de tornar realidade um amor impossível.

 

Comentário
Tanabata é uma lenda de origem chinesa que conta o amor das estrelas Shokujosei (Vegas) e Kengyu (Altair) festejada anualmente no dia 7 do mês 7. O espírito nipônico que tudo “ajaponesa”, para ser aceito e tornar parte de suas tradições, já no período Heian (794 a 1192), fez o Conto de Tanabata, acima apresentado, escrito por um autor desconhecido, numa versão Shintô (religião original do Japão) da lenda chinesa, misturando com personagens mitológicos de Kojiki e Nihon Shoki (os mais antigos livros do Japão).

A comemoração de Tanabata (dia 7 do mês 7) entrou em voga na corte japonesa a partir do ano 734 (Ano 6 da Era Tenpyô), consistia em escrever poesias de amor, no jardim do palácio imperial, e pendurá-las em ramos de bambu. No romance Guenji Monogari (A História de Guenji) escrita no ano 1004 por Lady Murasaki Shikibu e também em Towazugatari (História Não Solicitada) do ano 1307 de Lady Nijô, fazem referências as comemorações de Tanabata na corte. Em Manyoshu (Coletânea das 10 Mil Poemas), compilada nos meados do século VIII, 132 poemas falam de Tanabata.

O Conto de Tanabata na versão Shintô, possivelmente é o único em que o Oní (demônio) estranhamente mora no céu. Como no período Heian começaram aparecer os oni no Japão (atualmente aceita como presença dos Vikings no arquipélago japonês) o autor desconhecido colocou esse personagem no lugar do “Rei do Céu” da versão chinesa. Aliás, na lenda original o Deus Rei do Céu é pai da Princesa Orihime (Tanabata).

Os oni, seres demoníacos das lendas japonesas, são símbolos da maldade e do sentimento de “iji” (crueldade humana). Neste conto, verificamos que o pai de Wakahiko é um oni, e ele apesar de ser um deus com amplo poderes, nada faz contra seu maldoso pai, deixando transparecer uma pregação velada da filosofia confucionista que estava sendo implantada com toda força no Japão, na época em que o conto foi escrito.

As provas dadas à princesa Tanabata são muito parecidas às citadas na mitologia japonesa, do Kojiki e Nihon Shoki, quando o deus terrestre Ookuni Nushi no Mikoto (O Grande Mestre da Terra) pede a mão de Susseri Hime e é testado pelo pai dela, Suzano-o no Mikoto – O Deus Tempestade. Na Mitologia, Ookuni enfrenta entre outras provas, cobras, centopéias e conta com a ajuda mágicas da princesa Susseri.

Uma passagem interessante desta versão Shintô é quando o demônio admite sua derrota e diz que Tanabata pode encontrar-se com Wakahiko uma vez por mês, reconhecendo nela qualidades sobre-humanas, quase divina. Porém ela escuta errado e diz – “Só uma vez por ano?” Assim, pelo erro, a história mostra que ela continuou humana.

Originalmente Ama no Wakahiko (Divino Jovem Celeste) é um deus citado no Kojiki. Ele teria vindo inspecionar Mizuho no Kuni (País da Espiga de Arroz – hoje Japão) a mando de Amaterassu Omikami (Augusta Deusa Sol), mas apaixonou-se pela princesa Shita Hikari Hime, filha de Oookuni Nushi no Mikoto e casando com ela, permaneceu na Terra.

Wakahiko também aparece na “Lenda da Origem dos Nobres Animais Signos” do Horóscopo Zenchi (também conhecido como horóscopo japonês). Nessa passagem ele recruta os animais terrestres a pedido de Zenchi no Mikoto (deus da Graça Divina) para serem nomeados regentes de cada ano. Já o deus da Graça Divina, conforme a seita Zenchi, é aquele que na mitologia japonesa segurou o espelho diante de Amaterassu Omikami, quando essa saiu da Caverna Celeste, após fazer o Céu e a Terra mergulharem em profunda escuridão.

 
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