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Arquivo NippoBrasil - Edição 063 - 27 de julho a 2 de agosto de 2000
 
Nihon Rettô – Arquipélago japonês

(Fotos: Reprodução / Divulgação)

Quando observamos o mapa-múndi, o Japão, um arquipélago estreito e comprido para norte e para sul, que se situa no extremo leste da continente asiático, parece muito pequeno. Mas quando o comparamos com outros países do mundo, o Japão já não é um país tão pequeno. Segundo estatística da Organização das Nações Unidas (ONU), o Japão, dentre 168 países, é o 54º em dimensão territorial. Apesar de ser um país menor do que os EUA, a China, a Rússia e o Brasil, o Japão é maior do que alguns países da Europa, como Alemanha, Inglaterra e Itália, e da América Latina, como Uruguai e Equador. O estereótipo de que o Japão é um país pequeno vem da população mal distribuída, resultante de seu perfil geográfico acidentado.

O arquipélago japonês é formado pelas ilhas Hokkaidô, Honshû, Shikoku, Kyûshû e outras mais de 1000 ilhotas. A área total do Japão é 370 mil km2, sendo 72% do seu território composto pela cadeia montanhosa, inadequado para habitação. Com isso, a população acaba se concentrando nas planícies, no litoral e nas margens dos rios, que perfazem os outros 28%. Daí a fama do Japão de país apertado, onde todo espaço é aproveitado ao máximo.

Nos primórdios, o arquipélago japonês fazia parte do continente asiático. Com o fim da era glacial, há 12 mil anos, o clima ficou temperado, fazendo com que o nível do mar aumentasse. Dessa forma, cerca de 12 mil anos atrás, o Japão se separou do continente. Karafuto (Sacalin em português) e Hokkaidô estão distantes 45 km e são separados pelo Souya Kaikyo (Estreito de Souya). Por outro lado, o Chousen Kaikyou (Estreito coreano), que fica entre a península coreana e a ilha Tsushima de Nagasaki, com 200 km de extensão.

Graças ao isolamento do seu território, o Japão não experimentou uma invasão estrangeira, com exceção do ataque mongólico no século 13. Mas isso não significava que o Japão não mantinha relações diplomáticas com outros países. O governo japonês enviava grupos diplomáticos para China, que já possuía cultura avançada, a fim de trazer conhecimentos para o país. Por outro lado, por motivos comerciais, desde a antigüidade havia relacionamento com países do sudeste da Ásia. Na era Edo (1603-1867), num episódio que ficou conhecido como Sakoku, o governo japonês se isolou e fechou as portas para outros países, com exceção à Holanda e China. Mesmo com essa decisão, o Japão colhia informações sobre a política mundial através desses dois países.

Dizem que os japoneses que vivem na ilha isolada não sabem negociar com outros países. As vezes a atitude dos japoneses, que não sabem negar claramente as propostas, gera o desentendimento entre estrangeiros. Este modo de agir provém do pensamento japonês, que evita ao máximo a discordância, mesmo que para isso seja preciso abrandar suas próprias opiniões. Mudar essa atitude é uma meta dos japoneses para manter uma boa relação com outros países.

 

*Esta página foi elaborada pelos professores da Aliança Cultural Brasil-Japão,
especialmente para o NIPPO-BRASIL.
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