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Arquivo NippoBrasil - Edição 015 - 20 a 26 de agosto de 1999
 
O mundo da aviação no Japão
O primeiro progresso no setor ocorreu depois da Primeira Guerra Mundial. Antes disso, havia uma dependência completa da importação de equipamentos aeronáuticos
 

(Fotos: Reprodução)

Depois da Primeira Guerra Mundial, não demorou muitopara o Japão começar a projetar suas próprias aeronaves, destacando diversas características originais, especialmente nos aviões militares. Após a Segunda Guerra Mundial, os adventos da aviação e da tecnologia foram convertidos a propósitos de paz e a indústria é, atualmente, respeitada em todo o mundo.

Os primeiros vôos no país ocorreram em 19 de dezembro de 1910, em Tóquio. Naquele tempo, apesar dos esforços, a tecnologia no campo da aviação japonesa não se destacava tanto quanto a dos norte-americanos e europeus. Depois que a Primeira Guerra Mundial estourou, aviões foram desenvolvidos em passos rápidos na Europa, mas o Japão, embora estivesse participando da guerra, tinha sua tecnologia na aviação bem aquém dos outros países. Mesmo assim, eles conseguiram desenvolver seus próprios designs.

No final da década de 20, a produção doméstica de aviões militares iniciou-se com tipos como o Mitsubishi-Modelo 13, produzido em 1924, e o Kawasaki-Modelo 88, construído em 1928, que foram adotados como padrões. Esses modelos ainda mostravam certa influência de engenheiros e técnicas estrangeiros.

Foi por volta de 1935 que a tecnologia da aeronáutica japonesa começou a produzir sozinha seus aviões com características próprias. As aeronaves “domésticas” datadas a partir desse período eram praticamente aviões de guerra, com fabricação de alguns modelos civis. Enquanto as forças aéreas européia e norte-americana preferiram aviões de combate, de alta capacidade, com motores potentes e de alta velocidade, os militares japoneses preferiram ter maior variedade de aviões de combate e que tivessem facilidade de manobra em vôos circulares, com boa capacidade de dar voltas. Os caças mais representativos são o Modelo 96 (1936), Modelo Zero (chamado de Zerosen), Modelo 97(1937), Hayabusa (1941) e Hayate (1944).

Os japoneses não projetaram nenhum grande bombardeiro como os americanos B-17 e B-29. Com a derrota em 1945, o Japão foi completamente proibido de produzir e usar aviões e todas as facilidades para pesquisa aeronáutica e fabricação de aeronaves foi convertida para outros propósitos. Isto durou até abril de 1952, com a conclusão do Tratado da Paz de San Francisco.

Nos sete anos de inatividade da indústria aérea japonesa, o mundo, no entanto, viu surgir desde as mais simples aeronaves até aviões a jato, sem contar que a construção desses engenhos teve melhora em performance, estrutura e equipamento. Mas felizmente, depois de 1952, a indústria aeronáutica japonesa absorveu rapidamente a nova tecnologia mundial.

Em janeiro de 1956, um Lockheed T-33A jet trainer, manufaturado pela Kawasaki Aircraft Co. sob licença, realizou o primeiro vôo de um jato feito pelos japoneses no período pós-guerra.

O primeiro avião puramente “doméstico” foi o T1 jet trainer, desenvolvido e construído pela Fuji Industries Ltd. Seu vôo inaugural ocorreu em janeiro de 1958. Nos últimos anos, Kawasaki Heavy Industries Ltd. e Mitsubishi Heavy Industries Ltd. desenvolveram uma variedade de aviões militares usados pelas Forças de Defesa do país. O sucesso dessas companhias demonstra que a indústria de aeronaves japonesa estava apta a projetar, criar design e construir todos os tipos de aviões independentemente, incluindo jatos supersônicos.

Até 1977, quase 90% das vendas pós-guerra da indústria aeronáutica japonesa foram feitas para responder à demanda de defesa nacional. Fora isso, houve pedidos de Boeings 767 que a Fuji Heavy Industries, a Kawasaki Heavy Industries e a Mitsubishi Heavy Industries começaram a construir em 1978, desenvolvendo em conjunto um projeto YX com a Boeing Aircraft. O 767 entrou em serviço em 1982.

Atualmente, os japoneses utilizam a fuselagem das aeronaves até para homenagens através de desenhos comemorativos. Recentemente, não só os aviões tornaram-se populares por sua tecnologia, como também houve inovação de seus próprios pilotos, com a presença das mulheres.

 
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