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Arquivo NippoBrasil - Edição 013 - 30 de julho a 5 de agosto de 1999
 
A história e o conceito da adoção no Japão
Foi no período Nara (710-794) que os japoneses começaram a praticar o sistema de adoção
 

(Fotos: Reprodução)

Diferente dos Estados Unidos e dos países europeus, onde a adoção favorece os órfãos e casais sem filhos, no Japão, o sistema agrega outra função.

Tradicionalmente, os trabalhos domésticos e familiares sempre foram a base da unidade social entre os japoneses e, por isso, a continuidade dos cuidados da casa e da família sempre foi considerada extremamente importante para toda a sociedade, principalmente na falta de um herdeiro natural e, de preferência, do sexo masculino. Outra condição se referia quando, por diversos motivos, o herdeiro não era o mais indicado na sucessão familiar.Contudo, a adoção podia também ser usada entre as famílias com o intuito de criar alianças políticas e econômicas.

Bem mais complexa que o sistema adotivo de outras sociedades no mundo, a prática no Japão destaca-se pelas características peculiares de sua sociedade. Um dos exemplos é a adoção de crianças advindas de famílias estruturadas, que acabam mantendo seu próprio sobrenome, diferente da família adotiva. Estas adoções tiveram início no período Nara.

Mais tarde, durante o período Kamakura (1185-1333), a adoção de pessoas do sexo masculino era realizada mesmo quando a família possuía seus próprios filhos. Foi aí que as alianças familiares se iniciaram.

Mudanças

Há ainda os casos em que sogros “adotam” genros como forma de dar prosseguimento aos deveres domésticos e sociais japoneses. O genro, então, passa a ter o sobrenome da família da esposa e assume o papel de sucessor do sogro. Geralmente, o homem que aceita ser “adotado” deve ter ao menos um irmão para garantir a continuidade de sua família de origem.

Em casas sem ascendentes masculinos, um segundo filho ou neto de um parente poderiam ser “candidatos” a adoção. Esse processo geralmente ocorre quando o garoto é ainda jovem ou logo que chegue à fase adulta. Mas, foi a partir de 1948 que as revisões do código civil no país enfatizaram os direitos da individualidade, estabelecendo teoricamente a adoção como uma instituição de bem estar do adotado, e não pelo prosseguimento das regras e conceitos sociais.

Mesmo assim, embora não tão frequente, a adoção realizada por casais é legalmente possível. No entanto, no Japão, os órfãos quase sempre são adotados por parentes. Na sociedade japonesa, crianças abandonadas por sua vez, representariam uma parcela problemática dentro do sistema de adoção do país. Felizmente, algumas famílias de criação têm surgido e são responsáveis pelas crianças até que se tornem adultas.

 
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