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Arquivo NippoBrasil - Edição 008 - 2 a 8 de julho de 1999
 
A mania dos japoneses pelas miniaturas
De pequenas árvores como os bonsais, às minúsculas réplicas de aparelhos eletrônicos, o fascínio dos japoneses pelas miniaturas é cada vez mais maior. Basta ver alguns exemplos:
 

(Fotos: Reprodução)

Para os olhos dos ocidentais, os japoneses são conhecidos por suas habilidades em miniaturizar, entre tantos outros “rótulos” que essa sociedade ganhou ao longo de sua história pós-guerra. Muitas invenções são surpreendentes devido a riqueza dos detalhes, do peso, e mesmo do desafio em querer ser o “maior” pelo “menor”.

Se aparentemente tudo parece ser apenas a vontade de copiar objetos no menor tamanho possível, essa cultura pelas coisas pequenas mostra uma série de aspectos que envolve o pensamento dos japoneses, de seus próprios valores à percepção do mundo.

Alguns estudiosos costumam relacionar essa conduta com o próprio espaço físico restrito que delimita geograficamente o Japão, se comparado a diversas outras nações. Outros, acrescentam que esse comportamento é o reflexo das tentativas frustradas de expansão enfrentadas pelos japoneses em conflitos antigos. Sem contar os que analisam esse comportamento como uma forma de “compensação” a tudo isso, quando descobriram que “pequeno e discreto” também pode ter suas qualidades.

Mantida há muito tempo, a cultura de miniaturas pode ser vista até através de artes tradicionais, como a do bonsai – que miniaturiza plantas e árvores em vasos, e que é também conhecida como cultura de plantas-anãs. Um outro exemplo são os jardins japoneses. Neles, elementos como colinas e ondas do mar são miniaturizadas como se fossem parte do universo.

Os poemas haiku, de apenas 17 sílabas também mostram esta tendência. Eles representam um estilo de poemas curtos. Matsuo Basho (1644-1694) foi o mais famoso poeta do estilo. Mas, foi em 1955, que uma grande variedade de produtos miniaturizados surgiu marcando uma época. O primeiro item no período indústrial pós-guerra foi o rádio portátil. Depois, veio o videocassete, e então o gravador portátil, que deu continuidade a diversos outros aparelhos como walkman, calculadoras, televisores, câmeras, carros e computadores. A idéia não parou até hoje e surpreeende cada vez mais o mundo inteiro.

 



Difícil de imaginar tão pequeno, o artista conseguiu fazer uma réplica em miniatura de um sumotori
 

Algumas invenções viram peças vendidas para colecionadores
 

Micro-carros do tamanho de uma formiga, bem menores do que uma moeda de 100 ienes.
 

Os carros no Japão são cada vez menores, com lugar apenas para o motorista
 




Ao contrário das miniaturas, há os que preferem se destacar pelo
tamanho oposto, como a façanha da abóbora gigante
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