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| cigarra |
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Casa abandonada
Nas árvores do quintal
Canto de cigarra. |
Jaíra Presa
SantosSP |
balança a rede
no embalo da cigarra.
tarde preguiçosa. |
Sérgio Francisco Pichorim
São José dos PinhaisPR |
Um som estridente
Na quentura da manhã:
A Cigarra zune |
Josete Maria Vichineski
Ponta GrossaPR |
começo da noite
e de repente as cigarras
como fazem isso? |
Clarice Villac
CampinasSP |
Interminável...
O canto das cigarras
Modorra da tarde. |
Sérgio Matsumura
ArujáSP |
Pescaria quieta
Querendo consolar-nos
Zunem cigarras. |
Mário Kassawara
BirigüiSP |
Zunido parou:
rastro brilhante das asas,
vôo da cigarra! |
Shinobu Saiki
São PauloSP |
Auge do calor
Corta a cigarra o silêncio
Da tarde modorrenta. |
Izumi Fujiki
São PauloSP |
Deitado na grama
Súbito ao meu lado
Zune a cigarra. |
Mário Kassawara
BirigüiSP |
Parque florestal
Acompanha os visitantes
canto da cigarra. |
Regina Alonso
SantosSP |
Música sem fim
debaixo do arvoredo,
as cigarras cantam. |
Ivanilda Silva
UberabaMG |
Um breve intervalo
no insuportável calor
canto da cigarra |
Madô Martins
SantosSP |
Em meio à conversa,
A poeta tenta ouvir
Canto da cigarra. |
Benedita Azevedo
MagéRJ |
Na hora da sesta
cigarra despertador
Na minha janela! |
Mário Isao Otsuka
São PauloSP |
Cigarra daqui
com uma outra de acolá
zunem em dueto! |
Shinobu Saiki
São PauloSP |
Guri de bodoque,
Bolso repleto de pedras
Cigarras no chão. |
Reneu do Amaral Berni
GoiâniaGO |
Fundo musical
Na solidão da leitura
Canto das cigarras. |
Irene Massumi Fuke
São PauloSP |
Quebrando o silêncio
de uma sonolenta tarde,
a cigarra canta. |
Alberto Murata
São PauloSP |
Canavial à tarde.
Só se escuta um som em coro
cigarras cantando. |
Alberto Murata
São PauloSP |
Ao cair da tarde,
nenhum ruído se ouve
na Praia das Cigarras. |
Nelson Savioli
Rio de JaneiroRJ |
Bando de cigarras
na tarde quente se escuta
o canto estridente. |
Regina Célia de Andrade
MagéRJ |