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Será
que vou alcançar os objetivos que escolhi em minha vida? Será
que as metas que escolhi vão me levar para a realização?
Será que estou sendo teimoso, insistindo em algo que nunca poderei
atingir? São dúvidas que podem ocupar a nossa mente em algumas
ocasiões...
O que muitas vezes esquecemos é que no processo da vida o mais
importante é o vivenciar, tentando, a cada objetivo que estabelecemos,
reconhecer as infinitas possibilidades que a vida oferece e a que nós
próprios dispomos, aprendendo a utilizá-las no exercício
das tentativas de concretizar as nossas metas.
E, nesse exercício, ao buscarmos o acerto, através dos
erros vamos percebendo as habilidades que ainda não desenvolvemos,
ou as que necessitam ser um pouco mais trabalhadas para nos tornarmos
gabaritados a assumir as atribuições que almejamos.
Também nessa busca, precisamos aprender a reconhecer se esses
objetivos, que escolhemos foram fundamentados pelo nosso racional ou pela
nossa alma. Quando o racional predomina, podemos até atingir a
meta, mas não alcançamos a realização, aquela
sensação de contentamento e plenitude que só conquistamos
quando atendemos os anseios que brotam de nossa alma.
Então, quando as dúvidas aparecerem, perceba que você
está no racional, e não está em contato com a sua
alma, porque, quando você sai do pensar e se permitir sentir, vai
descobrir a sua vocação e os verdadeiros objetivos que você
veio para conquistar nessa encarnação, porque a alma se
comunica através do sentir.
Assim, aquilo que você gosta ou não gosta, o que provoca
ou não o seu entusiasmo, são os toques da sua alma para
lhe direcionar nas suas escolhas. Portanto, ficar atento a esses sinais
é o caminho para o seu sucesso, não esquecendo que, tão
importante quanto atingir o objetivo, é colher a satisfação
em percorrer esse trajeto.
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