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Você
costuma olhar bem para você? Enxergar você com os olhos do
bem, isto é, com toda compreensão e bondade que você
merece e também de uma forma apurada e cuidadosa.
Quando assim não procedermos, corremos o risco de criar impressões
negativas a nosso respeito, tendo que conviver com uma auto-imagem negativa
não condizente com a nossa verdadeira individualidade.
Porque, nesse exercício, conforme o seu grau de exigência
e rigor, você pode se avaliar aquém das suas reais possibilidades
e também se distanciar da sua essência, que é adequada
exatamente da maneira que foi concebida.
Perceba o universo de diferenças que nos cerca, a natureza revela
a sua riqueza através das variedades. Nós, como parte dela,
também somos diferentes uns dos outros e, assim, cada um comprova
a riqueza divina na criação através das diversas
características que nos definem.
Então, por que ainda ficamos tentando comparar nosso desempenho
ou a nossa maneira de ser com a de outras pessoas? Com isso sempre acabamos
como perdedores, sentindo-nos incompetentes e inadequados.
Cada um de nós está nessa encarnação experimentando
aspectos divinos da criação, ora um ponto fraco, ora um
ponto forte, algumas experiências difíceis, outras desafiadoras
e, assim, fortalecendo-se cada vez mais e tornando-se consciente cada
qual de suas possibilidades.
Com esse entendimento, vamos reconhecer que, qualquer que seja o resultado
que obtivermos nas nossas vivências, sempre estará certo,
mesmo porque, quando você erra, é o modo necessário
para você aprender.
A vida é sempre a nossa parceira e, quando você conseguir
reconhecer o ser divino em você, respeitando o seu momento no seu
processo evolutivo, aprovando-se, ela também o fará e o
fluxo das oportunidades e das realizações passará
a ser uma realidade em sua vida.
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