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19/05/2015 - Dekassegui - NippoBrasil
 

Aumenta a oferta de vagas de emprego no Japão em 2015

Segundo as agências de recrutamento do Brasil, 2015 é um ano
mais otimista para quem procura emprego no Japão
 

Da redação Nippobrasil

A gradativa recuperação da economia japonesa e a escassez da mão de obra, por causa da baixa natalidade de seu povo, são alguns dos fatores que têm impulsionado o aumento da oferta de empregos para os brasileiros no Japão. Desde o início deste ano, as agências de recrutamento sediadas no Brasil vêm recebendo mais ofertas de vagas do Japão, após longo período sem muito movimento. “As ofertas de emprego praticamente triplicaram, se comparadas às do ano de 2014. Antes, tinha cerca de 10 a 40 vagas mensais disponíveis; hoje, são mais de cem vagas”, diz T. Ebihara, da agência ASP, de São Paulo, há 22 anos no ramo. “Aumentou muito o número de vagas oferecido no Japão este ano. Algumas unidades fabris que estavam fechadas durante a crise estão sendo reativadas”, comenta Rosely Yamamoto, da agência RY, da capital paulista, no ramo há 23 anos.

Mais brasileiros indo ao Japão

A expectativa para 2015 é a de ter mais brasileiros indo trabalhar no Japão. O motivo da partida não se restringe à recuperação da economia nipônica; ela é também impulsionada pela atual situação do Brasil: inversamente ao Japão, os problemas recentes de ordem política e econômica daqui vêm gerando incertezas em relação ao trabalho no curto prazo, além do visível aumento do custo de vida e da criminalidade.

O alto valor do dólar é mais um fator que volta a favorecer aqueles que precisam sustentar suas famílias brasileiras. Beth Ito, da agência Beth Turismo, há 25 anos no ramo, afirma: “Acredito que o movimento na agência esteja sendo bem maior neste ano. Alguns representantes de empresas japonesas que vieram ao Brasil no início de 2015 já comentaram que, em torno de 2020, poderá haver muito mais empregos, como nos bons anos do movimento decasségui”.

Esse otimismo também é confirmado pelo diretor Kléber Ariyoshi, da Itiban, empresa sediada no Paraná e com filiais em outros Estados. Ariyoshi que diz que a procura por emprego no Japão aumentou em todos os Estados. “Acredito que 2015 será um ano muito bom. Inclusive, essa boa notícia foi trazida recentemente por nosso outro diretor, que esteve visitando as fábricas e as empreiteiras no Japão”. Na agência In Time Tour, de São Paulo, Aparecida Arai tem recebido famílias inteiras que querem ir ou retornar ao Japão. “A maioria por causa da vida difícil aqui, mas uma delas porque foi vítima de violência: sofreu um sequestro.”, conta Aparecida.


Alexandre Asako e família

“O custo de vida no Brasil é muito alto; e os salários, muito baixos” diz o sansei Alexandre Asako, 38 anos, que se prepara para retornar ao Japão com a esposa e os dois filhos pequenos. “Fui pela primeira vez ao Japão em 1992 e retornei definitivamente em 2014. No Brasil, tentei abrir um pequeno negócio com meu pai, mas não deu certo. Procurei emprego, enviei mais de 400 currículos para diversas empresas brasileiras e japonesas, desde metalúrgicas e indústrias até para o setor de vendas de empresas variadas. Recebi algumas respostas, mas, com o valor do salário oferecido, é muito difícil sobreviver aqui”, desabafa Alexandre.

Cuidados para quem quer viajar

Apesar do otimismo em 2015, uma regra continua a mesma para o viajante decasségui: o interessado deve sempre tomar cuidado com os intermediadores ou com as agências de recrutamento. A maioria é idônea, já trabalha no ramo há muito tempo e, graças a eles, milhares de brasileiros conseguiram visto, colocação, estadia e financiamento de passagem para trabalhar no Japão. Entretanto, sempre aparecem aqueles que agem de má-fé, prometem milagres com o único objetivo de ganhar comissão. Eles geralmente encaminham qualquer candidato, mesmo aqueles que não têm perfil, para as vagas prometidas, fazem o interessado assinar diversos documentos ou pagamentos antecipados e depois podem sumir ou oferecer qualquer outra vaga inferior no Japão. Golpes acontecem em qualquer lugar, em qualquer setor no Brasil, porém, uma vez no exterior, sem recursos e sem assistência, problemas ficam difíceis de serem resolvidos. Abaixo, veja algumas dicas para obter maior segurança durante esse processo:

1) Não se apresse em fechar a viagem. Mesmo que se encontre em uma difícil situação financeira no Brasil.

2) Pesquise bem. Muitas agências/intermediadoras oferecem vagas das mesmas fábricas.

3) Procure informações ou referências sobre a agência/intermediadora escolhida. Normalmente, empresas de longa data prezam sua reputação; se, eventualmente, acontecer um problema, elas tentarão resolvê-lo da melhor maneira possível, a não ser que a agência envolvida seja nova, mas de algum conhecido do próprio trabalhador.

4) Desconfie de promessas “encantadoras”, muito diferentes das demais.

5) Não confie cegamente em tudo o que ouve, sempre leia e tenha compreensão do teor de cada documento que assina – lembre-se de que ninguém é obrigado a assinar contrato ou entregar pagamento no ato da assinatura. Se tiver dúvidas, não assine. Pesquise mais, peça mais esclarecimentos.

6) Guarde todos os documentos, pois o fato de conseguir o visto de entrada não significa que o trabalho esteja garantido.

Crise e movimento decasségui

Desde o início da crise econômica mundial do fim de 2008, que afetou gravemente a economia japonesa, muitos brasileiros regressaram ao Brasil. Para estimular o retorno dos trabalhadores estrangeiros nessa fase difícil, o governo japonês ofereceu, desde 2009, 300 mil ienes (cerca de 3 mil dólares, na época) para quem quisesse voltar ao seu país origem. No entanto, como havia restrições de retorno para a obtenção do benefício, a maioria dos retornados não recorreu a ele.

Dos quase 125 mil retornados, em torno de 20 mil solicitaram o benefício. No auge do movimento decasségui, entre 1993 e 1999, mais de 300 mil brasileiros trabalhavam no Japão e movimentavam cerca de 2,5 bilhões de dólares em remessas de valores ao Brasil. Hoje, restam em torno de 175 mil brasileiros – muitos deles optaram por construir uma vida mais sólida no País do Sol Nascente.




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