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05 de maio de 2017 - Notícia - Portal NippoBrasil
 

Fundação Japão promove exposição
itinerante internacional de fotografia

São 123 imagens que retratam a região de Tohoku
e suas seis províncias, localizadas no noroeste do Japão
 

Exposição internacional "TOHOKU - através do olhar dos fotógrafos japoneses" chega ao Brasil este mês para percorrer quatro capitais. A estreia, promovida pela Fundação Japão e Centro Cultural São Paulo (CCSP), acontece em São Paulo, entre os dias 26 de maio e 12 de julho no CCSP.

Serão expostas 123 fotografias de Tohoku, a região noroeste do arquipélago japonês, que é dividida em seis províncias: Aomori, Iwate, Akita, Yamagata, Miyagi e Fukushima.

Participam da mostra registros de fotógrafos como Teisuke Chiba e Ichiro Kojima, com fotografias de Tohoku das décadas de 1950 e 1960; Hideo Haga, Masatoshi Naito e Masaru Tatsuki, com festivais e rituais da religiosidade popular de toda a região; Hiroshi Oshima e Naoya Hatakeyama, que combinaram suas histórias pessoais com as paisagens de suas regiões natais; Meiki Lin, que direcionou sua câmera para o belo ambiente natural; Nao Tsuda, em busca da fonte do espírito japonês em relíquias e artefatos do período Jomon, desenvolvidas por alguns dos primeiros povos a habitar o Japão; além de um grupo de fotógrafos liderado por Toru Ito, que criou a Sendai Collection, uma série de fotografias de cenas anônimas em Sendai, província de Miyagi.

Após o término da exposição em São Paulo, "TOHOKU - através do olhar dos fotógrafos japoneses" segue para Curitiba, Manaus e Recife, encerrando sua temporada no Brasil. Sua parada a seguir será os Estados Unidos.

Tohoku

A região de Tohoku foi atingida, em 11 de março de 2011, pelo Grande Terremoto do Leste do Japão, com magnitude 9. O terremoto e o tsunami que o sucedeu, de mais de dez metros de altura, causaram danos terríveis, deixando cerca de 20 mil mortos e desaparecidos. Logo em seguida, um acidente nuclear sem precedentes no Reator da Usina Nuclear de Fukushima foi noticiado por todo o mundo, colocando a região de Tohoku e suas províncias, como Aomori, Iwate, Miyagi e Fukushima, em evidência em todo o mundo.

Muito além destas catástrofes, a região conta com imensa bagagem histórica e cultural. Esta exposição tem por objetivo preencher essa lacuna por meio do trabalho dos fotógrafos.

Com clima bastante frio, Tohoku é favorecida por recursos naturais maravilhosos e abundantes, agricultura, pesca e extração madeireira prósperas, três parques nacionais e dois sítios registrados como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Há também o importante registro da herança da cultura Jomon, formadora do povo japonês remanescente em Tohoku.

Os fotógrafos

Kotaro Iizawa (curador da exposição)

Crítico fotográfico, nascido na província de Miyagi, em 1954, recebeu PhD em arte pela Universidade de Tsukuba, em 1984. Trabalhou como editor da revista de fotografia déjà-vu,de 1990 a 1994. Seus principais livros incluem Shashin bijutsukan e yokoso (Bem-vindos ao Museu da Fotografia) (Kodansha, 1996), Sengo shashinshi noto (Notas sobre a História da Fotografia no Pós-guerra) (Iwanami Shinsho, 2008), Shashinteki shiko (Pensamento Fotográfico) (Kawade Shobo Shinsha, 2009), e Afutamasu shinsaigo no shashin (Fotografias Após o Terremoto) (NTT Publishing, 2011).

Teisuke Chiba (fotógrafo)

Nascido em Kakunodate, província de Akita, em 1917, passou toda a vida em Yokote, província de Akita. Autodidata em fotografia enquanto trabalhava como comerciante de quimonos, logo após a Segunda Grande Guerra Mundial começou a receber prêmios nas seções mensais de revistas de câmeras dedicadas ao trabalho dos leitores. Apesar de seu status de amador, se tornou figura central na fotografia de Akita. Muitas de suas fotos refletem seu afeto por Akita, registrando os costumes e estilo de vida dos fazendeiros locais nessa região conhecida por neves fortes. O movimento de realismo fotográfico do pós-guerra, liderado por Ken Domon e Ihei Kimura, teve um grande impacto sobre Chiba e outros fotógrafos em Akita. Associações de fotógrafos ambiciosas foram constituídas, como o Grupo de Fotógrafos de Akita (fundado em 1952, com o nome alterado para Grupo Akita em 1954), cujas imagens combinavam humanismo com uma apresentação direta da realidade. As fotografias documentais de Chiba das vilas rurais nas décadas de 1950 e 1960 foram das mais originais e brilhantes produzidas por esse grupo. Chiba morreu em 1965, aos 48 anos de idade. Amigos e colegas providenciaram uma exposição póstuma de suas fotografias no Salão Fotográfico Fuji, em 1966, e publicaram Teisuke Chiba isaku shu (Fotografias Escolhidas do Falecido Teisuke Chiba).

Ichiro Kojima (fotógrafo)

Nascido em Aomori, em 1924, filho de um comerciante de brinquedos e suprimentos fotográficos, formou-se pela Escola de Ensino Médio Comercial de Aomori e foi alistado no serviço militar durante a Segunda Grande Guerra Mundial. Após o período do pós-guerra, começou a trabalhar como fotógrafo em 1954. Seus temas fotográficos eram as paisagens típicas de Tohoku - o quintal de uma casa de fazenda em Tsugaru ou uma estrada solitária açoitada pelo vento invernal. Descoberto por Yonosuke Natori, um fotógrafo jornalístico pioneiro, que admirou a capacidade de Kojima de produzir imagens que transcendiam a vida cotidiana com um extraordinário senso formal e técnica de especialista. Sua primeira exposição individual foi na Galeria de Fotos Konishiroku em Tóquio, em 1958. Em 1961, mudou-se para Tóquio com a ambição de se tornar um fotógrafo profissional. Recebeu o Prêmio de Novo Artista da Revista Camera Geijutsu em1961 pela foto Rough Seas of Akita, publicada no mesmo ano. Kojima sentia grande empatia pelas pessoas vivendo no rígido ambiente de Tohoku e produziu fotos notavelmente intensas com o uso habilidoso de impressão e reprodução com máscara. A carreira de Kojima parecia promissora, mas caiu no ostracismo após se mudar para Tóquio. Visitou Hokkaido em 1963, na esperança de reviver seu trabalho, mas as condições difíceis por lá prejudicaram sua saúde. Publicou nesse mesmo ano o único livro contendo suas fotografias a ser lançado ainda em vida, Tsugaru shi, bun, shashin shu (Tsugaru: Poesia, Prosa e Fotografias). Morreu precocemente, aos 39 anos de idade, em 1964.

Hideo Haga (fotógrafo)

Nascido em Dairen, China, em 1921, foi influenciado pelo etnólogo Shinobu Orikuchii, da Faculdade de Letras da Universidade Keio. Membro fundador da Sociedade Japonesa de Fotógrafos Profissionais, iniciada em 1950, fotografou festivais de artes cênicas tradicionais no Japão e outros países. Tirou fotografias em todas as partes do Japão e em 101 países estrangeiros. Atuou como produtor do Festival Plaza na Exposição Mundial de Osaka em 1970 e se envolveu em muitos outros eventos e atividades. Suas principais publicações incluem Ta no kami (Deuses dos Arrozais) (Heibonsha, 1959), Nihon no matsuri (Festivais do Japão) (Hoikusha, 1991), e Nihon nominzoku jo.ge (O Povo Japonês, dois tomos) (Cleo, 1997). Recebeu prêmios como a Medalha de Prata de Honra da cidade de Viena, Áustria, em 1988; a Medalha Fita Púrpura, em 1989, a Ordem do Sol Nascente, Quarta Classe, em 1995 do governo japonês; e a Cruz de Honra de Ciência e Arte da República da Áustria, em 2009.

Masatoshi Naito (fotógrafo)

Nascido em 1938, em Tóquio, tornou-se fotógrafo freelancer após se formar em ciências aplicadas pela Universidade Waseda e trabalhar em uma empresa de fibras. Fotografou as múmias de monges budistas que morreram jejuando para a salvação de agricultores famintos em Dewa Sanzan, e começou a tirar fotografias com foco na religiosidade popular e etnologia de Tohoku. Recebeu o Prêmio Novo Artista da Associação Japonesa de Críticos Fotográficos, em 1966. Participou na "Nova Fotografia Japonesa" (Museu de Arte Moderna, Nova Iorque), em 1974, e "Beyond Japan" (Centro de Arte Barbican de Londres), em 1991. Realizou a exposição individual "Fotografia e Folclore de Masatoshi Naito" (Museu de Arte de Kichijoji), em 2009. Foi agraciado com o 2º Prêmio Domon Ken por seu livro Dewa Sanzan e Shugen (Kosei Publishing Co., 1982). Outros livros de fotografias incluem estudos etnológicos, como Miira shinko no kenkyu (Estudo da Fé das Múmias) (Daiwa Shobo, 1974) e Tohoku no sei to sen (Tohoku Sagrado e Profano) (Housei University Press, 2007).

Hiroshi Oshima (fotógrafo)

Nascido em Morioka, província de Iwate, em 1944, atraiu a atenção com a série Sanhei (1973-1977, Tanohata, Galeria Iwate/Ohashi, Tóquio) com o tema de uma localidade em sua região natal, na qual um levante campesino eclodiu no período Edo. Recebeu o Prêmio da Sociedade de Fotografia por seu livro de fotografias Koun no machi (La Ville de la Chance), em 1987. Recebeu o 28o Prêmio Nobuo Ina pela exposição "Mil Faces, Mil Países -- Etiópia," em 2003. Iniciou o jornal de crítica fotográfica Shashin sochi (Aparelhos Fotográficos) (Gendaishokan, 1980), atuando como editor. Livros de fotografias e comentários incluem Koun no machi (1987), Shashin genron (Teoria da Fotografia) (Shobunsha, 1989), Ajê no Pari (Paris de Atget) (Misuzu Shobo, 1998), entre outros. Editou o Biblioteca de Fotografia do Museu Metropolitano de Tóquio; Comentário Registrado sobre Fotografia 1921-1965 (Tankosha, 1999), 101 Fotógrafos Mundiais (Shinshokan. 1997), entre outros. Suas muitas exposições fotográficas incluem "Mapa da Vila Tairajima''(PUT, Kagoshima, 1975-80) e "dah-dah-sko-dah-dah Para Kenji Miyazawa" (Petit Musée, Tokyo, 1996). Atua como membro do comitê consultivo do Museu Memorial Goethe de Tóquio, professor na Escola de Pós-Graduação em Belas Artes, Faculdade de Belas Artes da Universidade Kyusho Sangyo e instrutor na Escola de Design Kuwasawa.

Meiki Lin (fotógrafo)

Nascido em Yokosuka, província de Kanagawa, em 1969, iniciou os estudos de fotografia aos 18 anos de idade. Realizou exposições fotográficas nos Salões Fuji Photo, em vários locais do Japão, incluindo "Mt. Amakazari" (1998), uma famosa montanha localizada entre as províncias de Niigata e Nagano, "À Beira da Água" (2001), sobre a beleza da água e das paisagens singulares associadas à água no Japão, e "Momento na Floresta", 2004), sobre as florestas japonesas, "Chikyu (hoshi) no tabibito" (Meditações de Gaea: Novos Horizontes na Fotografia da Natureza), organizado pelo Museu de Fotografia Metropolitano de Tóquio, em janeiro de 2007. Publicou o livro de fotos Treasures of season (Nihon Shashin Kikaku, fevereiro de 2011), explorando paisagens em todo o Japão com uma câmera digital e apresentando a exposição de mesmo título nas Galerias Canon. Membro do júri de fotografia do East-West Art Ward 2011 em Londres, doou fotografias para a Conferência de Parceria Global Índia-Japão 2011, em Tadami. Continua a tirar fotos que expressam o sentido sutil da atmosfera e transparência de paisagens naturais. Presidente da Meirin Co., Ltd., é instrutor na Club Tourism International Inc. e gerente da escola de fotografia Kibo Photographers.

Masaru Tatsuki (fotógrafo)

Nascido na província de Toyama, em 1974, tornou-se fotógrafo freelancer e interessado em caminhões artisticamente decorados em 1998. Passou 9 anos fotografando caminhões de arte e motoristas, publicando as fotos em DECOTORA (Little More, 2007). Realizou exibição individual de "DECOTORA" na Little More Chika, em Tóquio, e na Galeria TAI, em Santa Fé, Novo México, EUA (2008). Tirou fotografias na região de Tohoku, de 2006 a 2011, e as publicou em Tohoku (Little More, 2011), livro pelo qual recebeu o 37o Prêmio Fotográfico em Memória de Ihei Kimura, em 2012. Agora, concentrando em Tohoku como um tema de vida, continua a visitar a região, conversar com o pessoal local e tirar fotos, ao mesmo tempo em que demonstra respeito pela natureza. Diversas fotos da série DECOTORA foram adquiridas por New Mexico Arts, uma divisão do Departamento de Assuntos Culturais do Novo México.

Sendai Collection (grupo de fotógrafos)

Toru Ito, Shiro Ouchi, Makoto Kotaki, Wataru Matsutani, Hidekazu Katakura, Hisashi Saito, Ryuji Sasaki, Reiko Anbai

O Sendai Collection é um grupo de fotógrafos que vive em Sendai, organizado por Toru Ito. Seu objetivo é preservar vistas de paisagens comuns na cidade que estão minando com o passar do tempo e quase desaparecendo da memória. Eles começaram seu projeto em 2001 com a meta de tirar 10 mil fotos documentárias de paisagens existentes. Para produzir esses registros, definiram regras, como eliminar de suas fotos a subjetividade e o artifício e evitar o uso de efeitos das lentes, como desfocagem ou perspectiva. Realizaram 15 exposições em Sendai e publicaram dois volumes do livro Sendai Collection, vol. 1, em 2005, e vol. 2, em 2007.

Nao Tsuda (fotógrafo)

Nascido em Kobe, província de Hyogo, em 1976, concluiu um curso de bacharelado e uma pós-graduação em fotografia na Universidade de Artes de Osaka. Viajou pelo mundo tirando fotos das paisagens, locais e pessoas com os quais se deparava, com seu "aparelho fotográfico", o que pode ser descrito como tendo realizado a tarefa de explorar "imagens que transcendem tempo e espaço" e "a origem das imagens." Abordando a fotografia como arte contemporânea, seu estilo de tratar em profundidade tanto temas antigos quanto novos o faz parecer um verdadeiro buscador das artes. A reputação de seus trabalhos tranquilos cresce no Japão e no exterior, tendo realizado exposições individuais em Nova Iorque, Paris e Frankfurt em anos recentes. No Japão, "SMOKE LINE", apresentada na Galeria Shiseido, em 2008, atraiu bastante publicidade. Em 2010, recebeu o Prêmio de Novo Artista em Belas Artes do Ministério da Educação. Suas publicações incluem Kogi (Remando) (MONDE BOOKS, 2007), SMOKE LINE (AKAAKA, 2008), Chegando Mais Perto (AKAAKA+hiromiyoshii, 2009), e Tempestade Ontem à Noite (AKAAKA, 2010).

Naoya Hatakeyama (fotógrafo)

Nascido em Rikuzentakata, província de Iwate, em 1958, treinado por Kiyoji Otsuji, na Escola de Arte e Design, Universidade de Tsukuba, concluiu estudos de graduação na Universidade de Tsukuba, em 1984. Começou a morar e trabalhar em Tóquio, produzindo uma série de fotografias com foco no relacionamento entre natureza, cidade e fotografias. Recebeu destaque por fotos em minas de calcário, espaços arquitetônicos e canais em Tóquio. Recebeu o 22º Prêmio de Fotografia em Memória de Ihei Kimura e o 42º Prêmio de Arte Mainichi, em 2001. Realizou muitas exposições individuais e em grupo, tanto no Japão como no exterior. Foi escolhido como representante do Japão na Bienal de Veneza de 2001. Suas principais exposições individuais recentes incluem "O Lápis do Desenhista", O Museu de Arte Moderna, Kamakura, em 2007, e "Estórias Naturais," Museu de Fotografia Metropolitano de Tóquio em 2011,Huis Marseille, Museu da Fotografia, e o Museu de Arte Moderna de São Francisco, em 2012.Os principais livros de fotografias incluem LIME WORK (Synergy inc., 1996, amus arts press, 2002, Seigensha, 2007), Underground (Media Factory inc., 2000), Naoya Hatakeyama (Hatje Cantz, 2002 ), Ciel Tombé (SUPER LABO, 2011), and Terrils (Light Motiv, 2011). Fotografou a destruição em sua cidade natal causada pelo Grande Terremoto do Leste do Japão, em 2011.


SERVIÇO:
"TOHOKU - através do olhar dos fotógrafos japoneses"
Local: Centro Cultural São Paulo (CCSP) - Espaço Flavio de Carvalho
Periodo da exposição: 26 de maio e 12 de julho de 2017
Horário de funcionamento: De terça a sexta-feira, das 10h às 20h, e sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Endereço: Rua Vergueiro, 1000, São Paulo, SP
Telefone para informações: (11) 3397-4002
Entrada Gratuita






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